Xangai torna-se o centro dos negócios da Suzano com aprofundamento da cooperação biológica sino-brasileira

Suzano, empresa brasileira entre as líderes globais no setor de celulose, revelou recentemente, durante a Semana da Celulose de Xangai, que seu layout estratégico no mercado chinês está avançando com base em Xangai. Beto Abreu, CEO global da empresa, disse que a empresa focará o investimento na China na compra dos equipamentos. Atualmente a Suzano já tem investigado alguns potenciais fornecedores na Região do Delta do Rio Yangtze, incluindo as três principais áreas de equipamentos industriais para produção do papel e celulose, maquinário adequado aos terrenos florestais e produção de produtos químicos. Pablo Machado, presidente da Suzano Ásia (Gerenciamento de Negócios), revelou que Suzano já organizou equipes profissionais para progredir sistematicamente a integração dos fornecedores chineses na cadeia de suprimento global.
Sendo um importante impulsionador dos negócios globais da Suzano, o mercado chinês fez contribuições significativas em 2024, contribuindo para o mercado global de papel e celulose com a compra de 12,3 milhões de toneladas, um aumento de 7% em relação ao ano anterior. O Centro de Inovação da Ásia em Zhangjiang, construído em 2023, já produziu 13 realizações técnicas. A transformação de tecnologias ecológicas do projeto de substituição da fibra de papel foi feita em cooperação com a Universidade de Ciência e Tecnologia de Tianjin, e a pesquisa dos materiais na base biótica já formou talentos para o setor. Machado enfatizou que o sistema maduro dos setores acadêmico, científico e industrial de Xangai criou um ambiente excelente para a inovação técnica das empresas. Em relação às finanças, a Suzano emitiu com sucesso os “Panda Bonds”, que totalizam 1,2 bilhão de yuans (168 milhões de dólares americanos) em novembro de 2024, fazendo a estreia do financiamento das empresas não financeiras do continente americano na Ásia. Aproveitando a vantagem de liquidação de fundos transfronteiriços na Nova Área de Lingang, a empresa negociou quase 1 milhão de toneladas de celulose, com negócios cobrindo todo o mercado asiático. As inovações de políticas da Zona de Livre Comércio de Xangai não só solidificou a função operacional regional da empresa, mas também a ajudou a estabelecer uma situação nova de comércio transfronteiriço.
A posição estratégica do mercado chinês tem contribuído para elevar o layout global do Suzano. Beto Abreu apontou que a direção das políticas da China sobre o desenvolvimento com inovação e economia circular corresponde altamente à ideia de desenvolvimento sustentável da empresa. O atual avanço acelerado da China no processo de digitalização criou condições favoráveis para a expansão do mercado de materiais de base biológica. A empresa aprofundará a estratégia de se adaptar melhor ao mercado chinês, elevando a coordenação nas áreas de compra de equipamentos, P&D tecnológico e finanças verdes.
Vale a pena mencionar que Suzano está solidificando sua presença na China em diferentes dimensões. Além dos investimentos setoriais, o programa juvenil Vida Verde Futuro Azul já cobriu 122 cidades chinesas, e a bolsa de estudo especial co-estabelecida com a Universidade Jiaotong de Xangai ofereceu suporte à formação de talentos na área de baixo carbono. Do cluster industrial na Região do Delta do Rio Yangtze ao pico de inovação financeira de Pudong, as vantagens de Xangai impulsionam o desenvolvimento da empresa e testemunham o aprofundamento da cooperação sino-brasileira em economia de materiais biológicos. Esse modelo de coordenação dos setores que motiva transformação verde estabelece um padrão inovador para o desenvolvimento das empresas multinacionais na China.
Fonte: chinanews.cn