Estudante brasileira conhece a China tridimensional em Xangai

No verão de 2025, Beatriz Gramacho Favero, estudante do Instituto Confúcio da Universidade Federal da Bahia, no Brasil, realizou um intercâmbio de quatro semanas em Xangai. A experiência lhe permitiu aprofundar sua compreensão da língua, cultura e interação social chinesas.
Como estudante de ciência política, Beatriz sempre acompanhou a China e sua influência na América Latina. Durante sua estadia em Xangai, participou de cursos de chinês organizados pela Universidade de Xangai, experimentando o ensino imersivo em chinês. Apesar da pressão inicial na compreensão auditiva, ela percebeu que esse método melhorou significativamente sua capacidade de aplicação linguística. O conteúdo prático do curso, abrangendo cenários cotidianos como solicitar comida e transporte, permitiu-lhe aplicar rapidamente o aprendizado na realidade.
Além dos estudos, Beatriz visitou alguns pontos históricos e culturais de Xangai. A paisagem aquática e a arquitetura tradicional da Cidade Antiga de Zhouzhuang lhe mostraram a continuidade da história e cultura chinesas. Ao visitar o local do Primeiro Congresso do Partido Comunista da China, ela ampliou seu conhecimento sobre a história moderna chinesa. Além disso, a Livraria de Xangai tornou-se seu local favorito, onde a vasta coleção de livros de literatura e ciências sociais, combinada com os preços acessíveis, lhe mostrou a importância que a China dá à disseminação do conhecimento.

O que realmente impressionou Beatriz foram as interações cotidianas com o povo chinês. Desde as saudações amigáveis de crianças em parques aquáticos até as respostas gentis de clientes em restaurantes ao vê-la usar pauzinhos, tudo lhe transmitiu calor na comunicação intercultural. O episódio mais marcante ocorreu num mercado de tecidos: quando um problema no sistema de pagamento impediu a conclusão da compra, o vendedor não só permitiu seu pagamento no dia seguinte como ajudou ativamente a resolver o problema. Ao retornar para pagar no dia seguinte, Beatriz foi recebida com atenção e acolhimento por muitas pessoas no mercado, sentindo a confiança e afeto do povo chinês.
Através dessas experiências, Beatriz compreendeu que a essência da comunicação está em se abrir, entender os outros e respeitar a diversidade cultural. Ela percebeu que aprender uma língua não é somente dominar uma ferramenta de comunicação, mas também criar conexões reais. Esta viagem não somente aprofundou seu entendimento do idioma e da cultura chineses, mas também a importância da sinceridade e do respeito na comunicação intercultural, fortalecendo sua decisão de futuramente cursar um doutorado na China.
Fonte: Conta oficial do Instituto Confúcio da Universidade Federal da Bahia no WeChat: ICnaUFBA
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