Elementos amazônicos na 8ª CIIE

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​Estande da Vale na 8ª CIIE. [Foto fornecida ao Portal de Serviços Internacionais de Xangai]

Na 8ª Exposição Internacional de Importação da China (CIIE), o Pavilhão do Brasil e os pavilhões das empresas brasileiras concentraram-se, de forma convergente, no tema "Verde". A 8ª CIIE terminou no dia 10 de novembro, data que também marcou a abertura da 30ª Conferência do Clima da ONU (COP30), em Belém, no Brasil. A escolha deliberada da COP30 para a região amazônica, frequentemente referida como "Pulmão do Mundo", visa destacar a importância desse bioma na governança climática global.

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​Na zona de experiência de RV do estande da Vale durante a oitava CIIE, visitantes podem interagir com a arara-canindé, uma espécie representativa da América do Sul, usando tecnologia de realidade virtual. [Foto fornecida aos Serviços Internacionais de Xangai]

Nesse contexto, os elementos amazônicos emergiram como destaques nos estandes brasileiros desta CIIE. A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) apresentou o açaí, um fruto nativo da floresta amazônica. A Vale, uma das maiores produtoras globais de minério de ferro e níquel, com sede no Brasil, celebrou neste ano quatro décadas de operação na região amazônica. No seu estande, a Vale exibiu o dinamismo da Amazônia por meio de múltiplas telas e utilizou tecnologia de realidade virtual para "transportar" o BioParque Vale Amazônia para o estande, proporcionando aos visitantes uma experiência imersiva da biodiversidade amazônica e um contato próximo com a fauna e a flora amazônicas. Além disso, a Suzano, maior produtora global de celulose, também sediada no Brasil, igualmente incorporou muitos elementos amazônicos no seu estande.

Segundo análises de mercado, a transição verde do Brasil, bem como de outros países latino-americanos, representa igualmente uma oportunidade para as empresas chinesas. A realização da COP30 deverá oferecer uma plataforma às empresas chinesas para diálogo, intercâmbio e apresentação. A região poderá tornar-se focos de investimentos em setores como finanças verdes, energias renováveis, transporte verde e economia circular.

 

Fonte: YICAI